Investigado fraudes na compra de respiradores, ex-secretário de Saúde de Belém presta depoimento

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Sérgio Amorim Figueiredo foi exonerado dias após operação Quimera da Polícia que cumpriu mandados de busca e apreensão

O ex-secretário de Saúde de Belém, Sérgio Amorim Figueiredo, prestou depoimento nesta quinta-feira (22) na Delegacia Geral da Polícia Civil, em Belém. Ele é investigado pela suposta fraude na compra de dez respiradores pulmonares pela prefeitura de Belém.

O depoimento começou por volta das 10h40. O ex-secretário chegou à Delegacia Geral e não falou com a imprensa.

Esta é a terceira vez que Sérgio vai à Delegacia para prestar depoimento. Nas outras duas, o ex-secretário protocolou um pedido de adiamento e não falou com a polícia.

Sérgio Amorim foi afastado do cargo, após a Operação Quimera, deflagrada na última sexta (9) para cumprir 12 mandados de busca e apreensão. A exoneração foi publicada no Diário Oficial de Belém na terça (13).

No dia da operação, os policiais apreenderam documentos, mídias e aparelhos celulares em endereços ligados à Sesma e à Secretaria Municipal de Coordenação Geral do Planejamento e Gestão (Segep), além de empresas e casas de investigados. A operação também apreendeu R$10 mil na casa do ex-secretário Amorim.

As investigações continuam e o inquérito tem prazo de 30 dias para ser concluído. O material apreendido passa por perícia e análise pela Polícia Civil, com apoio do Centro de Perícias Renato Chaves. O rombo aos cofres públicos com relação às supostas fraudes podem passar de R$750 mil, segundo a Polícia.

O que diz a prefeitura

Em nota, a Sesma disse informa que, “desde o início da operação, está contribuindo com as investigações a fim de esclarecer os fatos” e que Sérgio Amorim foi exonerado a pedido e também segue colaborando com as autoridades.

A Sesma afirmou, ainda, que “todos os esclarecimentos e documentações sobre a compra dos respiradores foram apresentadas em junho ao Ministério Público Federal, Ministério Público Estadual, Tribunal de Contas dos Municípios e Polícia Federal”.

Fonte: G1 Pará

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