Célia Pinheiro é eleita presidente do TJPA

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A desembargadora Célia Regina de Lima Pinheiro foi eleita presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Pará para o biênio 2021/2023. A escolha ocorreu nesta quarta-feira, 14, em sessão do Pleno do Tribunal de Justiça que contou com a presença de seus 30 integrantes. Para a vice-presidência foi eleito o desembargador Ronaldo Marques Valle e para a Corregedoria Geral de Justiça a desembargadora Rosileide Maria da Costa Cunha. As desembargadoras Maria Filomena de Almeida Buarque, Ezilda Pastana Mutran, Rosi Maria Gomes e Eva do Amaral Coelho foram eleitas para compor o Conselho da Magistratura juntamente com os membros natos que são os titulares da Presidência, Vice-Presidência e Corregedoria Geral de Justiça. A posse ocorrerá no primeiro dia útil de fevereiro de 2021.

A sessão do Pleno que definiu os novos dirigentes para o biênio 2021/2023 ocorreu de forma presencial, no plenário Desembargador Oswaldo Pojucan Tavares, com transmissão online (todas as sessões colegiadas do TJPA são transmitidas em tempo real e armazenadas no Portal) e observância ao rito regimental. Os candidatos aos diferentes cargos diretivos do TJPA se autoapresentaram após a abertura da sessão plenária, colocando-se à disposição oralmente para concorrer às vagas. O espaço físico do Pleno e as providências necessárias para a sessão presencial foram adequados às regras sanitárias de controle ao novo coronavírus e demais protocolos de atenção à saúde.

A desembargadora Célia Regina agradeceu a Deus pela eleição e aos magistrados que integram o Pleno, afirmando estar “com o coração aberto e com muita disposição de trabalhar, de fazer o melhor pela instituição. Ao longo de minha carreira procurei dar tudo de mim naquilo que me foi entregue a fazer, e continuarei assim, pedindo, sobretudo a ajuda de todos, sem exceção, porque todos têm muito a contribuir e muito a fazer. Tenho a certeza de que se todos nós nos unirmos faremos o melhor por este Tribunal. Se tivermos Deus no nosso coração seremos sim unidos, seremos irmãos e lutaremos juntos em prol da nossa instituição, e isso eu pedirei todos os dias a todos vocês, a união, porque confio e acredito no potencial de cada um de Vossas Excelências”.

Somando 29 anos de exercício na magistratura, a desembargadora Célia Regina, atual vice-presidente do TJPA, já desempenhou diversas funções ao longo de sua carreira, atuando como juíza auxiliar da Corregedoria e da Presidência do TJPA, estando à frente de diversas unidades como Comissão de Organização Judiciária, Regimento, Assuntos Administrativos e Legislativos, Coordenadoria dos Juizados Especiais, Coordenadoria Estadual de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, além de desempenhar os cargos de corregedoria, vice-presidente e presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Pará. Conforme afirmou o exercício das várias funções “me proporcionaram a experiência e conhecimento necessários que contribuirão para exercer, com apoio e colaboração de todos a Presidência deste Tribunal de Justiça”.

Os desembargadores Ronaldo Valle e Rosileide Cunha também agradeceram a confiança em seus nomes para os cargos diretivos, e colocaram-se à disposição para contribuir no que for possível em prol da instituição, elevando ainda mais o Judiciário paraense. “Desembargadora Célia, vossa excelência não terá apenas um vice-presidente, terá um companheiro, um amigo leal pronto a lhe ajudar em todos os momentos. Que Deus ilumine nossa administração para que tenhamos êxito e, no final, correspondermos a expectativa não só dos membros deste Tribunal, mas de todos os jurisdicionados e de toda a sociedade”, afirmou Valle. “Somos um colegiado e de mãos unidas vamos trabalhar em prol da instituição, conte comigo”, complementou a desembargadora Rosileide, pedindo a proteção de Deus a todos.

Os desembargadores Milton Nobre, Vania Fortes Bitar e Mairton Marques Carneiro, assim como a representante do Ministério Público, procuradora de Justiça Cândida Nascimento, também se manifestaram em plenário para parabenizar os eleitos e desejar uma boa gestão.

Fonte: TJPA

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