Cálculos preveem mais 115 mi de pessoas na miséria e fortuna dos mais ricos cresceu 27%

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Como se não bastasse a crise sanitária vivida por milhões de pessoas ao redor do mundo em meio a uma pandemia global, com doenças que se proliferam entre a população mais pobre, estimativas do Banco Mundial apontam que a pobreza extrema pode avançar no mundo pela primeira vez em duas décadas.

A crise econômica intensificada pela pandemia da covid-19, empurrou cerca de 115 mi de pessoas para a situação de pobreza extrema, e este número pode crescer até 2021.

Segundo os critérios oficiais do Banco Mundial, a extrema pobreza se caracteriza por uma renda diária de até US$ 1,9, aproximadamente R$ 10.

O aumento no número de pessoas nessas condições é o primeiro desde 1998, quando a crise financeira provocou um choque na economia global.

O Brasil tem vivido esse aumento da população em situação de pobreza extrema nos últimos cinco anos, e segundo dados do Pnad Contínua, divulgados pelo IBGE, em 2019, 13,88 mi de brasileiros já viviam nestas condições, 170 mi de pessoas a mais do que em 2018.

Neste ano, esse número sofreu uma pequena pausa, devido ao auxílio emergencial de R$ 600 pago para as famílais de baixa renda, e com a redução no valor pago no benefício para R$ 300, os índices de pobreza tentem a piorar novamente.

 

 

Fonte: G1

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