NEGLIGÊNCIA MÉDICA

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Mãe não é atendida em posto de saúde e perde bebê após dar a luz dentro de banheiro

O fato aconteceu quinta-feira (10) a família da mãe que perdeu o bebê prematuro de sete (07) meses, acusa a negligencia médica no posto de saúde de Moraes Almeidas distrito do Município de Itaituba Sudoeste do Estado do Pará, Moraes fica aproximadamente 300km de distância de Itaituba.

Segundo os familiares, funcionários do posto de saúde recusaram a atender a paciente, porquê tratava se de um parto prematuro isto foi causa da perda da vida da criança.

Ainda segundo informações repassadas por membros da família quiseram se identificar, a mulher deu entrada no posto de saúde de madrugada sentindo fortes contrações, recebeu atendimento de uma profissional da saúde, mas era preciso ser transferida do posto, por não ter o suporte necessário para fazer o parto, uma segunda profissional chegou a ser chamada para atender a mulher que informou à família a seguinte questão.

“A unidade não estava realizando os procedimentos necessário de atendimento a gestante” Disse um membro da família…

Informou também que grávida estava praticamente em trabalho de parto no posto de saúde e que nenhum dos profissionais se disponibilizou a ajudar, já que como foi afirmado anteriormente por um familiar, “a unidade não estaria realizando os procedimentos“, a mulher ainda tentou contato com uma parente “tia” para que pudesse encaminha-la para um Hospital mais próximo em um veículo particular, no entanto a tia não se encontrava no distrito.

Os membros relataram ainda, após varias tentativas sem sucesso de ser atendida no posto de saúde a grávida retornou a residência sentindo forte dores, então em uma das idas ao banheiro da casa aconteceu o indesejado.

“A mulher deu a luz dentro do banheiro da casa”  

Somente após a gestante ter o bebê que foi disponibilizado uma ambulância para levar mulher até a cidade de Novo Progresso e que houve demora na transferência, pelo fato da criança ter nascido prematuro precisava urgentemente de uma incubadora.

Em nota a Secretaria de Saúde informou que todo procedimento do parto foi feito de forma segura e conjunta entre um (a) enfermeiro (a) e um (a) técnico (a) de enfermagem e que após o parto a mãe e bebê ambos foram encaminhados para uma unidade hospitalar mais próxima, mas os membros da família desmentem e enfatizam que o atendimento foi negado pelo fato de não ter suporte para fazer o parto prematuro.

 

Edição: Ramilso Santos – Jornalista MTE 000512/RR

Foto: Reprodução internet

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