Grupamento Fluvial intensifica combate à ação de piratas nos rios do Pará

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No último caso registrado, bandidos roubaram uma lancha de um bar flutuante próximo à Ilha do Combu.

Grupamento Fluvial

De 1º de janeiro até o dia 21, a Polícia Civil do Pará registrou cinco ações de piratas nos rios que cortam o Estado do Pará. No caso mais recente, ocorrido no último domingo (20) bandidos roubaram uma lancha de um bar flutuante em um furo do Rio Maguari, às proximidades da Ilha do Combu. Em 2018, 116 casos do tipo foram registrados, um número relativamente menor se comparado a 2017, quando 158 ataques piratas ocorreram, uma redução de quase 35% dos casos.

O Grupamento Fluvial (GFlu), vinculado à Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), continua as buscas pela lancha roubada e afirma que quatro criminosos participaram do ataque. Os criminosos, também chamados de “ratos d’água”, atuam assaltando embarcações sempre agindo de forma rápida e com bastante violência, aterrorizando passageiros, tripulantes e moradores de comunidades ribeirinhas.

Em 2017, o GFLu realizou 36 operações nos rios paraenses, resultando na prisão de 43 pessoas envolvidas com casos de pirataria. Em 2018, 37 operações foram deflagradas, com 110 criminosos sendo detidos, ou seja, um número 170% maior em relação ao ano anterior.

De acordo com a Secretaria, cento e seis policiais militares, sete policiais civis e trinta Bombeiros Militares atuam no policiamento dos rios do Estado através do Grupamento Fluvial. Além deles, também há as unidades no interior, como os efetivos das Superintendências Regionais da Polícia Civil e o Grupamento Tático Operacional da PM do interior do Pará, que também ajudam no patrulhamento dos rios, seja de forma autônoma ou integrada ao GFLu. Como exemplo de efetivos fluviais, a Segup cita as Superintendências Regionais de Breves, Abaetetuba e de Santarém.

Fonte: OLiberal