Justiça solta mulher suspeita de ter participado da morte de professor em Altamira, no Pará

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Denise Caetano dos Santos ganhou liberdade provisória nesta terça-feira, 18. Ela estava presa na Seccional Urbana do município desde maio deste ano.(Foto:Reprodução G1)

A Justiça, nesta terça-feira (18), concedeu liberdade provisória para Denise Caetano dos Santos, em Altamira, no sudeste do Pará. Ela é uma das acusadas de envolvimento no assassinato do professor José Adriano Giorgi.

A acusada estava presa desde maio na Seccional Urbana de Altamira. De acordo com as investigações da Polícia Civil, Ândrea Rufino Mendes teria planejado a morte do professor José Adriano e Denise é suspeita de ajudar na execução. Os dois homens apontados como autores do crime foram mortos em confronto com a polícia ao reagir a prisão.

José Adriano Giorgi foi sequestrado, levou um tiro na cabeça e teve o corpo carbonizado, em abril de 2018. A vítima era docente da Universidade Federal do Pará (UFPA). O corpo de José Giorgi foi encontrado carbonizado. Segundo a perícia, ele teve as mãos amarradas e levou um tiro na cabeça.

Um dia após o crime, uma mulher foi detida na delegacia de Altamira suspeita de envolvimento no assassinato. Segundo a polícia, Ândrea Rufino Mendes, de 18 anos, teria planejado a morte do professor.

No início de maio de 2018, a polícia prendeu a segunda suspeita de envolvimento na morte de José Giorgi. Segundo a polícia , a mulher identificada como Denise Caetano dos Santos, 20 anos, seria uma ex-aluna da vítima e teve a prisão temporária decretada pela justiça.

Por G1 PA — Belém