Sobe para 35 o número de indígenas venezuelanos refugiados em Castanhal, no nordeste do PA

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Entre os refugiados, 20 são crianças.

Trinta e cinco indígenas venezuelanos da etnia Warao estão vivendo em Castanhal, no nordeste do estado. Entre eles, vinte são crianças. A primeira família chegou há cerca de trinta dias, mas o número vem aumentando, segundo a prefeitura da cidade.

O prefeito Pedro Coelho disse que “espera que o governo estadual e federal ajude, porque só o município não garante fazer o que precisa ser feito”.

A presença dos refugiados foi tema de uma reunião nesta terça-feira (11) na Secretaria de Assistência Social, que definiu uma força-tarefa para dar assistência mais eficiente. “A gente tem desconhecimento da cultura e das necessidades deles, então é preciso saber realmente quem são essas pessoas”, disse o servidor José Lopes.

No bairro Morrinho, algumas famílias vivem em um abrigo com ajuda de religiosos da paróquia Santa Cruz. Um dos voluntários é o padre Napoleão Iuber que disse que a igreja tem feito o acolhimento dos refugiados. “O que a gente tem que fazer é evitar que eles fiquem doentes, desnutridos para que não sejam esquecidos”, disse.