Sinduscon diz que oferta de imóveis novos diminuiu na RMB

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A oferta de imóveis novos está diminuindo em Belém e Ananindeua, conforme aponta a Pesquisa do Censo Imobiliário, encomendado pelo Sindicato da Indústria da Construção do Estado do Pará (Sinduscon-PA), que mostra toda oferta de imóveis novos na mão de incorporadoras, de prédio em obras ou já pronto.

O censo foi desenvolvido pela empresa Bureau de Inteligência Corporativa (Brain) com foco na identificação, classificação, análise dos empreendimentos residenciais e comerciais, avaliações de mercado residencial nos aspectos socioeconômico e demográfico, além de estudo por tipologia, padrões e regiões. O resultado foi aprsentado ontem, em Belém.

De acordo com o mestre em Gestão Urbana pela PUC-PR, Fábio Araújo, a pesquisa identificou os imóveis nas mãos das incorporadoras sem ainda serem vendidos. Este universo foi separado de duas maneiras, por número de dormitórios e por preço. Estes que estão diminuindo. Por outro lado, a oferta de imóveis usados tende a continuar estável.

Em relação ao preço, explica Fábio, como em qualquer cidade do mundo é aplicado, a partir da localização. Na média um metro  quadrado de um imóvel em Belém custa R$ 6 mil, o que significa que um apartamento de 50 metros, em média custa R$ 300 mil e um apartamento de 100 metros, na média custa R$ 600 mil.

Quanto mais nobre a região, os preços chegam a passar de R$ 7 mil, o metro nas regiões mais urbanizadas, o que significa que um apartamento de 100 metros pode custar entre R$ 600 mil a R$ 800 mil. Já as regiões consideradas mais pobres da cidade o preço do apartamento de 100 metros pode chegar a R$ 350 mil.

“À medida que o estoque está diminuindo significa que não há problema real de preço. Pode ser que em alguma região específica tenha problema de preço elevado”, explica Fábio. Ele ressalta, que na média os imóveis em Belém estão com preços adequados, tanto que continuam vendendo”, assegura Fábio Araújo.

Confira a apresentação do Censo Imobiliário no vídeo:

Fonte: Roma News