De acordo com a igreja católica, todas as medidas tomadas pela CNBB, fazem parte do plano de prevenção da COVID-19. Com as ameaças do coronavírus, todas as atividades religiosas da igreja católica foram suspensas ou tiveram alguma alteração para não comprometer a saúde das pessoas. NOTA: Plantão 24horas News

0
67

A pandemia COVID-19, Coronavírus,
 tem sido destaque em todos os jornais e canais de notícias. Informações chegam a todo momento sobre o vírus que se propagou pelo mundo.
Em Itaituba, o assunto é frequente, inclusive quando se trata da procura pelos meios assépticos, que são os produtos para prevenir a contaminação com o vírus, como o álcool em gel, exigido para limpeza, pelos Órgãos de saúde. Nesse sentido, transtornos vêm sendo gerados, quando alguns  comerciantes agem de má fé, elevando os preços dos produtos de forma abusiva.

Delegado Rafael Oliveira, diretor da 19a Seccional de Polícia Civil. Foto: Reprodução
De acordo com o delegado Rafael Oliveira, diretor da 19a Seccional de Polícia Civil, já foram denunciadas  situações na delegacia de aumentos exacerbados de valores de produtos utilizados para a prevenção do novo Coronavírus. O delegado afirmou ainda que o ato injustificado pode caracterizar um crime contra a economia popular,  que gera pena alta de dois a dez anos de prisão. “Quem for flagrado praticando  esses preços abusivos nesses materiais que estão justamente recomendados para prevenção do Coronavírus, pode vir a ser autuado em flagrante e  responder processo criminal”, disse o delegado.
Além da pena, o delegado ressaltou que o crime é inafiançável, caso em que o acusado só poderá ser liberado, se o magistrado vier a conceder liberação. ” é uma pena mais elevada do que a de um furto qualificado “, completou.
Diante desse cenário crítico e cauteloso, o delegado pede que as pessoas do comércio, empresários e até mesmo pessoas autônomas que chegam a comprar o produto pra revender por preços abusivos, tenham consciência, pois todos estão sujeitos às penalidades definidas por lei.
As medidas contra esse crime serão tomadas mediante iniciativa popular em fazer denúncias,  assim como por operação  do Procon, para que a Polícia Civil possa aplicar a lei de forma rigorosa, tendo em vista que, de acordo com o delegado Rafael,  o cenário atual de pandemia, não é propício para que os empresários pensem em seu lucro, mas sim no bem-estar da população.
Além dessa questão,  um outro fator que está ligado à segurança da saúde  pública é a ocorrência de eventos na cidade. O governador do Pará, Hélder Barbalho, decretou a proibição de eventos que reúnam mais de 500 pessoas. O decreto é uma forma de evitar a propagação do vírus. Ocorrendo o descumprimento, os líderes ou responsáveis serão identificados e responderão por crime previsto no código penal.
Plantão 24horas News