Navio fica à deriva e ‘some do mapa’ a caminho de Macapá

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O Navio Ana Beatriz III, saiu de Belém às 15h do último sábado, 30, rumo à Macapá (AP) e até agora não chegou no destino, causando pânico em quem espera no outro lado do rio. O navio teria dado prego no motor próximo ao município de Breves, no Marajó. Segundo parentes dos tripulantes que estão preocupados com a situação, a empresa não dá notícias sobre o estado da embarcação.

”Quando se consegue contato com a empresa, eles dizem que tem um rebocador a caminho e dão um prazo para chegarem em Santana. Mas nunca é cumprido. O último foi hoje, 2, às 16h”, relatou a sobrinha de uma tripulante.

Mesmo com a promessa, o navio ainda não chegou em Santana até agora e não dão notícias. Os tripulantes estão presos na embarcação por quase 72 horas. A preocupação é que eles sejam vítimas de piratas, já que a área é famosa por esse tipo de prática ilícita.

A Capitania dos Portos informou que não tem conhecimento de nenhuma denúncia referente ao final de semana e ao dia de hoje.

Até que enfim chega ao destino.

O Navio Ana Beatriz III, que havia saído de Belém às 15h do último sábado, 30 de novembro, rumo ao estado do Amapá, finalmente chegou a cidade de Santana (AP), na manhã desta terça-feira, 3, após dias de tensão e medo.

Segundo informações de parentes de passageiros, o navio teria dado prego no motor próximo ao município de Breves, no Marajó. E, as muitas horas sem informações, causou grande preocupação em quem aguardava a chegada da embarcação no destino, já que, segundo eles, a empresa não estaria dando notícias sobre o que de fato teria ocorrido e a localização exata da embarcação.

Entre as preocupações de parentes de passageiros e tripulantes, estava o medo de que a embarcação fosse alvo da ação de piratas. Segundos relatos, o trajeto feito pelo Navio Ana Beatriz III, registra diversas ocorrências de ataques dos chamados “Ratos d’Água”, que atacam as embarcações, sequestrando os navios e roubando pertences de tripulantes e passageiros.

Após a pane no motor do navio, um rebocador teria sido enviado para prestar socorro, mas também sofreu com problemas mecânicos, sendo necessário o envio de outra embarcação para fazer o resgate.

Fonte: Roma News